C'est la vie!

Ela é perturbada pra caralho, sua mente mais confusa que fones de ouvido quando dão nó e eu que odeio tanto as coisas confusas e que dão trabalho, inacreditavelmente amo isso nela. É que não tem como explicar a sensação boa que tenho quando ela vem correndo pra mim se passando que tá bem mas gritando “me segura, me ajuda” por dentro. E também não dá pra explicar como é que eu sei disso. Só sei explicar que eu me sinto a melhor e mais confortante pessoa do mundo por ela me procurar pra se sentir segura e desejar que eu ouça seus gritos internos em segredo sem dizer nada, só fazer sentir o bem. Fazer sentir que vai ficar tudo bem. E é sempre tão bom saber que é a mim que ela confia seus conflitos e alegrias. Nunca fui bom em ouvir problemas das pessoas, os meus já me confundem demais. Sempre fui um mal conselheiro, e percebi isso quando vi que a lei do “foda-se” não é tão simples assim e não funciona muito bem com todo mundo. Mas ela sempre soube disso tudo, e melhor ainda, sempre soube lidar com isso tudo desabafando comigo sem desabafar. Sabe? Nunca precisei dizer nada, aconselhar em nada, perguntar nada. Eu só sentia e entendia as suas confusões internas, e a mostrava que estava ali e que tudo iria dar certo toda vez em que a fazia rir. Fazer bem pra ela fazia bem pra mim e enquanto ela veio me pedindo para salva-la, sem nem perceber, acabou me salvando junto.

—  (via quase-perfeita)

Duas pessoas tem a mesma opnião sobre algo; uma fala em voz alta, a outra não. Uma se fode, a outra sorri.

This is me in school in every class:

sodamnrelatable:

/ before